
Quem trabalha com transporte de carga pesada sabe que o sistema de frenagem é o item mais crítico para a segurança na estrada. Com o material NABK 140C, a Cobreq desenvolveu uma linha de lonas de freio para carretas, reboques, terceiro eixo, graneleiras e canavieiras que equilibra perfeitamente desempenho e economia, oferecendo cerca de 90% de cobertura do mercado de veículos pesados.
O que é o Material NABK140C?
O NABK 140C é um composto de fricção de alta tecnologia projetado especificamente para implementos rodoviários, atendendo operações de transporte de carga em diferentes condições de uso. Ele foi desenhado para proporcionar uma frenagem estável e previsível, reduzindo o desgaste tanto da lona quanto do próprio tambor de freio, gerando um excelente custo-benefício para frotistas e transportadores.
Principais Diferenciais e Ficha Técnica
- Resistência térmica elevada: suporta temperaturas de trabalho de até 230°C em uso contínuo e picos de até 350°C de modo intermitente, mantendo a estabilidade do atrito.
- Coeficiente de atrito estável: possui classificação “FF” e comportamento estável ao longo de toda a faixa de temperatura de trabalho, garantindo respostas de frenagem previsíveis.
- Desgaste controlado do tambor: a formulação proporciona bom desempenho de frenagem sem acelerar o desgaste da lona ou agredir o tambor de freio.
Sustentabilidade na Estrada: Lona Ecológica “ECO IV”
A tecnologia do NABK 140C está alinhada às tendências globais de sustentabilidade e às exigências da EPA – Copper-Free Brake Initiative. Ela é classificada como ECO IV por ser totalmente livre de amianto e metais pesados, além de possuir teor de cobre inferior a 0,5%.
Qualidade Global com Produção Nacional
As lonas Cobreq NABK 140C são desenvolvidas no Brasil seguindo os padrões globais de engenharia e validação da TMD Friction, líder mundial em materiais de atrito, garantindo consistência de desempenho e confiabilidade operacional.
Dica do Especialista: o equilíbrio entre a durabilidade da lona e a preservação do tambor aumenta a vida útil do sistema de freio. Assim, a frota roda mais, para menos e reduz gastos com manutenção corretiva e substituições prematuras.